Posters do Studio SP. =]
Texto eu fiz que será postado no A day in the life, o que é uma honra pra mim, mísero falador de abobrinhas:
Não é só mais um texto apaixonado
Quando vier um sentimento, demonstre. Quando for o caso, “deixe o coração bater sem medo”. Eu acho que é isso que eu aprendi, ou ao menos vou aprimorar na minha vida depois de ter visto o Paul McCartney ao vivo no Morumbi na noite da vida de muitas pessoas. Agradeço aos meus pais que desde pequeno me mostraram o que mais tem de valor nesse mundo. Agradeço à minha “gatinha linda”. Agradeço aos meus amigos por estarem ao meu lado na vida. Agradeço ao Paul pela evolução, desprendimento, pelas palavras e pelo carinho que ele tem quando damos o play e ele entra nos nossos dias. Um herói feito de carne e osso, que se apaixona, que ama e que também cai.
O que eu vi ontem foi luz que se refletiu nos olhos de todo mundo. A minha gatinha Linda, o meu amigo George, o meu amigo John. Precisa de mais? Sim. Precisa de todo o mundo para existir um Paul. E eu estive lá: ouvindo, cantando, dançando e chorando na medida certa para fazer um espectáculo desta grandiosidade. Obrigado a todos que como ele me fazem acreditar que existem pessoas de verdade no mundo.
É isso que diz o meu coração hoje. d••b: My love - Paul
Lindo esse clipe.
Colorful
É o clip mais colorido que vi nos últimos dias - para não dizer anos, já que tenho visto pouca TV e Youtube.
Parece um stop motion, mas pelo que li ele foi feito quadro a quadro, com mais de 2000 aquarelas. Digitalmente pintadas ou não, o clip é lindo, a música é ótima e a banda Breakbot, que faz um som à la Justice, Tahiti 80 e Phoenix, é bem legal.
Cine Sesc na Augusta no 21º Festival Internacional de Curta Metragens de São Paulo Fui no sábado e assisti 8 curtas que me deixaram muito bem impressionado. O espírito do Cine Sesc ajudou também. Com direito a tiozinho da pipoca, ingresso de graça e filmes legais. Foram os seguintes: CASULO / KOKON, Till Kleinert - Alemanha A COLUNA / THE SPINE, Chris Landreth - Canadá AR / AIRE, Javier Loarte - Espanha PROVA DE MATEMáTICA / SUHAKSIHUM, Yumi Jung - Coreia do Sul A GAIOLA / COLIVIA, Adrian Sitaru - Romênia/Holanda POR-DO-SOL NO TELHADO / SUNSET FROM A ROOFTOP, Marinus Groothof - Sérvia/Holanda O HOMEM DE SEIS DóLARES E CINQUENTA / THE SIX DOLLAR FIFTY MAN, Mark Albiston and Louis Sutherland - Nova Zelândia O BANHO DE MICKY / MICKY BADER, Frida Kempff - Suécia/Dinamarca Destaque para a animação “A coluna” do já ganhador do Oscar Chris Landreth. Só achei o making of do filme. Mas trata de amores cármicos e das loucuras de uma forma surrealista. Do caralho. Assim que eu achar ele por completo, posto aqui. Fofo o “O homem de seis dólares e cinquenta” da Nova Zelândia. É sobre a história de um menino zuado no colégio que, de repente, surpreende os colegas babacas do time de rugby do colégio. A Gaiola também é foda. Fala da relação de um pai que não tem a mínima moral com o filho e com a mulher e que de omisso e distante passa a ser presente e submisso às vontades do filho. Tem um humor europeu muito bom. =] É isso. Pra variar, fico igual pinto no lixo com essas surpresas gratuitas.
Diesel - Burn my hand
Vou ser bairrista nesse post. Diesel é uma banda mineira formada em 1997 em Belo Horizonte e foi boa até deixar de ser independente, se mudando para LA onde virou Udora. Foi um único disco auto-entitulado que fez o que ela representa pra mim. Sabe aquela coisa dos seus primeiros shows na adolescência? Pois é. Em épocas de Nirvana, Silverchair, Pearl Jam, Radiohead e Smashing Pumpkins, o Diesel era o tangível. Fui num show deles no Lapa Multishow que custava dez reais e ainda ganhávamos o CD. Na escola de música em que eu aprendia os primeiros grooves de baixo (a Pro Music) tive a oportunidade de tocar (mesmo que toscamente) com o baterista, Jean Dolabella, que era professor e hoje está no lugar do Igor no Sepultura. E num é que os caras ganharam o concurso para tocar no Rock’n’rio 3? Pois é. Eu estava lá. Vi o Diesel, o Silverchair e Flea, Frusciante, Chad e Anthony e de quebra o Deftones (que era um “famoso quem?” pra mim).
Ouvir “Burn my hand” é foda. Até pra mim que hoje em dia não sou muito do Grunge.
Transfer 2010
Fui ontem na Exposição Transfer no Pavilhão das Culturas Brasileiras (ex-Prodam), no Parque Ibirapuera em São Paulo. Vários artistas contemporâneos com painéis, cartazes, shapes de skate, músicas, posters, colagens e outras paradas baseados em arte de rua, fanzine, cultura punk e hip hop. A exposição foi organizada em 4 eixos: “Intervencionistas” (uma arte mais documental), “Mauditos” (Arte subversiva de rua), “Autoindicados” (artistas de peso de galerias) e trabalhos da expo itinerante “Beautiful Losers” Destaque para o “Fuck Yeah” do artista Thomas Campbell, quadros bonitos do TitiFreak, d’Os Gêmeos, Ramon Martins, Nunca e Speto. Dos últimos, porém, nenhuma novidade. Fui esperando que ia ser do caralho, mas foi mais do mesmo com algumas surpresas.
Rolê de almoço com o @re_bot, @MFaustino, @_carla_regina_ e @pedro1403

